Precisamos falar sobre 13 Reasons Why

13 Reasons Why, ou somente Os 13 Porquês, é um dos mais recentes lançamentos originais da Netflix, que chegou ao público derivada do livro homônimo, que conta a história de Hannah Baker e, mais precisamente, os motivos que a levaram a cometer suicídio.

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Clay, chegando da escola, encontra uma caixa misteriosa direcionada a ele, que dentro contém um mapa e algumas fitas. Nas fitas, gravações com a voz de Hannah Baker, a jovem que acabara de cometer suicídio, com algumas revelações e motivos ou ‘porquês’ dela ter se matado, o que o deixa extremamente arrasado. Aos poucos ele percebe que poderia ser um dos motivos. Assim a história se desenrola numa trama com intrigas e mais revelações sobre os outros motivos que levaram Hannah a cometer tal ato.

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Apesar da premissa da série ser o suicídio, a abordagem vai muito além. Temos relações familiares, agressão, violência sexual, bullying e muito mais. Em meio às polêmicas e os debates do porque assistir ou não a série, há também os que amaram e odiaram. Alguns viram como mais um gatilho para cometer o suicídio. Outros como meio de prevenção para outros casos.

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Por se tratar de um assunto atual, de cara podemos perceber a repercussão em grandes proporções que o assunto tomou. Com o advento da internet, da tecnologia e do crescimento das redes sociais a exposição dos jovens tem sido cada vez mais frequente, o que chega a ser preocupante pois muitos não controlam o que devem expor na web, deixando grande parte desses jovens com a liberdade de conhecer qualquer pessoa ao redor do mundo através de uma tela, estando totalmente vulnerável.

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Desde que a série passou a ser veiculada, e segundo o Centro de Valorização à Vida (CVV), o aumento da procura por ajuda nos casos como bullying, abusos e transtornos psicológicos foi de 100%. Como comunicadores e portadores da palavra, temos o dever de informar e trazer ao público uma reflexão de que tipos de ações estamos tendo diante a assuntos como estes.

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Desta forma o RPManaus organizará, em parceria com o Vila Hub, no dia 27/04,  a partir das 19:30h junto a especialistas da área de psicologia, comunicação e direito,  um bate-papo informativo e de grande importância sobre a série, pois acreditamos que todo o esforço vale a pena e que o importante é lembrar que não devemos banalizar a dor do outro, mas sim perceber as pessoas ao nosso redor, e saber a importância da força que cada um suporta suas dores é diferente.

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Por: Rosana Macedo, acadêmica de publicidade e propaganda e redatora da RPManaus.

O que rolou na XII Feira Norte do Estudante?

No primeiro momento, os palestrantes convidados pelo RPMANAUS contaram brevemente sobre suas experiências no mercado de trabalho em que atuam. Sheila Benjamin (relações-públicas) começou na publicidade e também era amante de fotografia. Hoje ela trabalha na área de gerenciamento de projetos, como atendimento da agência digital Fermen.to. Bruno Zanardo (Publicitário) é fotografo e também trabalhava com filmes no início da carreira.

Hoje ele pode contar sobre diversas experiências de trabalho em grandes eventos como a Copa do Mundo, Olimpíadas e São Paulo Fashion Week. Jacqueline Nascimento (Jornalista) tem uma vasta experiência na área de assessoria de imprensa. Atualmente é jornalista na Assessoria de Comunicação da Universidade do Estado do Amazonas.

Alguns dos principais temas abordados durante a palestra foi a importância de trabalhar fazendo o que gosta, principalmente na área de comunicação pois exige bastante dedicação da parte do profissional, que muitas vezes deverá dedicar tempo extra da sua vida. Bruno, por exemplo, conta que já chegou a ficar trabalhando dois dias seguidos em um Studio e que dava apenas um cochilo no próprio local e depois voltava a trabalhar. Sheila também disse que já chegou a sair às 17h da agência e ter que voltar às 20h, é algo que possivelmente pode acontecer e você realmente precisar gostar do que faz para estar pronto a viver situações como essas.

A importância das Relações Públicas

Para Bruno, o RP é muito importante para a construção da imagem de uma empresa, e tudo deve ser pensado na hora de fotografar, pois fotografia estará representando a imagem daquela pessoa, ou empresa, e através dela pode ser passado uma imagem que pode ter diferentes interpretações, e é a partir disso que o RP pensa, qual será o público a qual será direcionado esta foto? O que eu quero transmitir com ela? O RP pode alinhar essas questões com o objetivo daquela pessoa ou empresa.

Os palestrantes consideram que as Relações Públicas é a parte mais importante de uma empresa e de todo o processo comunicacional dentro dela e que deveria ser mais valorizada, Sheila inclusive contou que no início na carreira sofria um certo preconceito e sempre tinha dificuldade para explicar sobre o que fazia.

A diversidade do Mercado de Comunicação

O que eu quero fazer na área de comunicação? Dá para fazer muita coisa…

Foco é importante nessa hora, e por isso que existe feiras como essa, para ajudar os estudantes a escolherem uma profissão. Os palestrantes convidados por exemplo circularam por diversas áreas e isso foi importante para eles se encontrarem e fazerem o que mais gostavam e isso será descoberto na faculdade ou nas suas experienciais profissionais. Um ponto importante que a Sheila observou durante a palestra foi “O seu colega de faculdade hoje, pode ser seu chefe amanhã’’, então a dica dela para quem quer atuar no mercado de comunicação é começar a fazer contatos dentro da academia.

Uma outra questão que se deve justamente a essa diversidade que o mercado de comunicação oferece é a possibilidade de uma pessoa fazer muitos trabalhos diferentes na área, por exemplo “Ah eu gosto de redação, mas também gosto de ilustrar, gerenciar, atender, assessorar” e assim vai.

Todos os palestrantes ressaltaram a importância de escolher da área que mais você tenha maior afinidade, pois a probabilidade de você fazer várias coisas e na verdade não ser bom em nenhuma é grande, além de que se você prestar vários serviços você provavelmente não vai cobrar o preço justo por eles e estará prejudicando outros profissionais que trabalham exclusivamente com aquilo.

Bruno por exemplo contou que antes ele fotografava e editava mas percebeu que isso tomava mais o seu tempo e na verdade ele queria ser fotografo e não editor, então hoje ele apenas fotografa e deixa a edição para uma segunda pessoa. Então se você for contratado para ser social media você não tem a obrigação de saber sobre designer, e se você sabe os fazer os dois e cobra pelo preço de um profissional, estará contribuindo para a prostituição do mercado e possível desvalorização de futuros profissionais da área. Esse foi o alerta deixado.

Outro tema importante debatido durante a feira do Estudante foi a respeito do novo mercado de comunicação, sobre algumas mudanças que estão acontecendo

Vender a ideia e não um produto

Hoje as empresas tentar vender uma ideia e não um produto, a ideia de que você usando tal produto pode ter mais benefícios como maior tempo com a família, mais comodidade, menos despesas, e não ressaltam mais tanto as qualidades que o produto tem, mais sim o que ele pode trazer de bom para a sua vida, ou seja um aspecto mais humanístico.

A velocidade da informação.

Jacqueline lembra que hoje ninguém mais espera o jornal de amanhã sair para saber a notícia. É tudo agora, no mesmo momento, e o profissional de comunicação tem que estar sempre atento, ela por exemplo diz que algumas vezes não sabia de algo que estava acontecendo na internet, mas que as pessoas sabiam, e ela como profissional de comunicação que está sempre nesse meio também pode ficar para trás de vez em quando.

OS MEMES da internet

Para Sheila, 2016 foi o ano dos memes e que inclusive se tonaram uma estratégia muito utilizada na internet pelas marcas para se fazer uma comunicação mais criativa e tentar atrair o público, que está cada vez mais inteligente.

Há um novo contexto na internet muitas pessoas estão ingressam na web é se tornam comunicadores, chamados os blogueiros ou vlogueiros, é uma nova sensação, as marcas, programas de TV estão utilizam do dessas pessoas para ganhar audiência, eles são os novos formadores de opinião, dão dicas de beleza e alimentação e tem milhões de seguidores nos seus perfis.

E para fechar o debate da XII Feira Norte do Estudante, foi feita a seguinte pergunta:

O mercado está em crise ou não?

Bruno Zanardo acredita que “o mercado está vivendo um período de transição e que os profissionais não estão sabendo lhe dar com isso”, hoje o foco não é mais a quantidade de público que foi atingido e sim quanto desse público realmente é o meu público? É uma questão de trabalhar estrategicamente.

É uma nova fase da comunicação que temos o prazer de estar vivendo e que os futuros comunicadores também devem estar preparados para viverem esse novo mercado.

No final os palestrantes responderam dúvidas a respeito de salário e mercado de trabalho em Manaus e ainda sortearam brindes aos estudantes.

A família RPManaus agradece imensamente o convite da organizadora da Feira Norte do Estudante, Inês Dauo. Desejamos vida longo! Até 2017!

Por: Sabrina Silva (publicitária e integrante da RPManaus)

O que rolou na mesa: RP e os movimentos que fortalecem a profissão, no Fórum de Comunicação e Tecnologia?

O Fórum, que tem como foco as relações públicas, aconteceu pela primeira vez nesse ano, 2016. Foi organizado pelo Versátil RP e realizado na FAPCOM, em São Paulo, no dia 26 de setembro, onde estivemos presentes na mesa “RP e os movimentos que fortalecem a profissão”, fomos representados pela nossa diretora de criação, Nathalya Brandão.

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O debate foi mediado por Cláudio Andrade, presidente do CONRERP 2ª região, e contou também com a participação de Amanda Takassiki (Todo Mundo Precisa de um RP, de São Paulo, SP), Ana Carolina Eloy (Relacione-se, do Rio de Janeiro, RJ), Maurity Cazarotti (Blog RP e PP, de Uberlândia, MG), Tuane Nicola (Fantástico Mundo RP, de Santa Maria, RS), Florilson Santana (RP Depressão e RP Salvador, de Salvador, BA), além do próprio Versátil RP, com a Taís Oliveira.

Teve início às 20h30 (horário Manaus) e participamos via Hangout. Num primeiro momento, o mediador introduziu o debate falando de como precisamos ser mais humanos para, assim, aproximar as pessoas do que queremos, precisamos de relacionamento. Depois de cada palestrante ser apresentado, o espaço foi cedido para que os mesmos pudessem falar um pouco das histórias de seus movimentos pró-RP.

Aos estudantes que assistiam ao encontro, pôde-se perceber que a maioria sente que o mercado de trabalho ainda é injusto com a profissão, não foram poucos os relatos de que, ao procurarem estágios e emprego na área, as empresas não sabem ainda a importância de um RP na equipe. Diversas opiniões foram discutidas, como a da Ana Eloy, que disse que precisamos reforçar o que é ser um RP. Já Cláudio ressalta que “ainda não somos uma atividade que se reconhece, por isso é importante que os coletivos disseminem” e ainda sugeriu que, se virem alguma empresa passar por cima da profissão, que denunciem, pois é regulamentada e é importante, sim, exigir.

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Ao final, foram discutidos alguns assuntos como mudança das diretrizes e flexibilização, onde as opiniões divergiram entre os participantes. O debate se tornou mais eletrizante quando os presentes se posicionaram contra ou a favor, gerando uma discussão saudável acerca do tema.

É sempre gratificante quando somos chamados para participar de eventos em outros estados, é quando percebemos a dimensão de nosso trabalho e o quanto é importante continuar a nossa missão de disseminar as relações públicas. Agradecemos o convite do Versátil RP e a todos que sempre nos acolhem país a fora, e que a profissão continue crescendo cada vez mais. RP é o futuro e o presente também!

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Por Nathalya Brandão, acadêmica de Publicidade e Propaganda e Diretora de Criação da RPManaus.

Fotos retiradas do VersátilRP

Explorar o inexplorado. Essa é a essência das decisões estrategicamente tomadas.

Paixão. Apaixonar-se pela profissão é, de longe, o primeiro passo a ser dado. Paixão por comunicar, por criar, por mudar um pedacinho do mundo através de palavras, imagens e estratégias.

Propósito. Alcançar o inalcançável. Explorar o inexplorado. Essa é a essência das decisões estrategicamente tomadas.

Pessoas. Alcançá-las e atingi-las de forma única e memorável. Despertar sentimentos e permitir conhecer a arte da comunicação integrada, onde um todo completa outro, resultando em um megazord de criatividade.

Parcerias. Estender a mão e pedir auxílio. Permitir que toda ajuda seja bem-vinda e compreender que todos precisam de uma mão amiga. Todos andam lado a lado, aplaudindo o sucesso do outro e apoiando quando for preciso.

RPManaus, nossa missão é acelerar talentos e disseminar as relações públicas no Estado do Amazonas.

Por: Mariana Padella, acadêmica de Publicidade e Propaganda e social media da RPManaus.

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