I Festival Amazonas Universitário de Música acontece neste sábado (10)

I Festival Amazonas Universitário de Música acontece neste sábado (10)
Será realizado, neste sábado (10), o I Festival Amazonas Universitário de Música. O evento ocorrerá às 17h, no Parque Cidade dos Vaqueiros, na estrada do Riacho Ecológico, no bairro Tarumã. O ingresso custa R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).
Ao todo, 12 bandas disputam o pódio. O primeiro colocado ganhará mil reais e o segundo colocado R$ 500. Além disso, os três colocados ainda vão ganhar um book profissional. Ainda durante a premiação será sorteado um álbum de estúdio.
 A organizadora do evento, Patrícia Marinho, destacou que o espaço também vai contar com brincadeira para crianças e Food Trucks. “esse ano tivemos várias bandas inscritas mas nós selecionamos 12 dentre todas as inscritas. Ainda teremos no evento espaço para família.”
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Brahma lança vídeos com a história de pessoas que fazem o Festival de Parintins

Estamos vivendo um momento único de histórias através de gerações. Brahma patrocinadora oficial do Festival Folclórico de Parintins cria web séries com alguns ícones de quem faz essa festa. Este ano, a campanha, que foi desenvolvida pela Agência R2 Ideias, de Manaus, tem como tema “Brahma. O Sabor do Festival”, que mostra que a Paixão, a Felicidade, a Tradição, o Ritmo é o que dá sabor ao Festival. No dia 08 de junho, às 19:30h no Gargalo Sport Beer.

Nos vídeos lançados para Web, Brahma pergunta a pessoas envolvidas com os bois, que Sabor o Festival tem para elas. Um dos personagens retratados é o tripa do Caprichoso, Marquinhos Azevêdo, que há 26 anos confecciona o boi da estrela, dando vida ao brinquedo de pano. Já do lado do vermelho, um dos representantes é o compositor Tadeu Garcia de inúmeras toadas do boi do Povão.

Um novo vídeo será publicado a cada semana nas redes sociais da Brahma, e também no HotSite da campanha, em brahma.com.br/osabordofestival. No endereço, é possível encontrar também imagens exclusivas e ainda acompanhar em um placar a disputa dos internautas com as hashtags #BrahmaSaborGarantido #BrahmaSaborCaprichoso

Fala, Estudante!

Erlan Bindá

Estudante de Relações Públicas e Publicidade, Membro de Comunicação e Marketing da AIESEC-Manaus, apaixonado por comunicação.
Foto: Pessoal 
Por: Ana Clarissa

1. Conte-nos sua experiência no programa de extensão e programa universitário, SET UFAM. 

Foi uma ÓTIMA experiência. Foi a minha primeira experiência profissional e foi muito proveitosa.

Entrei para o time formado até então somente por universitários de jornalismo da UFAM. Entrei com um propósito para exercer o cargo de Relações Públicas mesmo, mas ainda estava nos primeiros períodos da minha formação, e confesso que não soube realizar muito bem minhas atividades.

Enquanto isso, também fui alocado como produtor para algumas coberturas importantes. Foi nessa atividade que eu me saí melhor. O contato com essa atividade de jornalismo foi muito legal e me fez perceber do perfil que o mercado pede para universitários de comunicação, um profissional que conheça um pouco de todas as vertentes da comunicação social.

O SET UFAM me fez viver experiências muito legais. Como a cobertura do Amazonas Film Festival do ano passado (2010). Foi incrível estar pelos bastidores de um dos maiores eventos da nossa cidade, está perto de alguns famosos, além da correria que o trabalho proporcionou nos dias do evento. Eram várias equipes realizando diversos quadros para um programa especial dedicado ao evento. Foi legal ver todos realizando esse trabalho em equipe para a entrega de um programa de qualidade.

Tiro que os dois maiores aprendizados da experiência foi perceber o quanto era necessário me aprofundar nos conhecimentos de RP e onde buscar – foi então que comecei a ler mais livros sobre o assunto – e também sobre improvisação, trabalhei como produtor em coberturas de eventos, então não há personagens certos, é necessário ter feeling para fazer com que o quadro tenha conteúdo interessante e ligado ao tema do programa – cinema.

2. A importância do “treinamento” na AIESEC em comunicação e Marketing?

Bom, acredito ser importante primeiro explicar para os leitores o que é a AIESEC (já que não é tão conhecida assim em Manaus). AIESEC é uma organização mundial para jovens que através do trabalho voluntário na organização, a experiência de liderar um time e através de um intercambio voluntário e profissional desenvolve jovens universitários a se tornarem líderes de impacto positivo na sociedade.

Não sei se treinamento é bem a palavra certa. A AIESEC é uma organização para jovens universitários ou recém-graduados de 18 a 30 anos e que para muitos dos membros serve como uma primeira experiência profissional. Apesar de existir a possibilidade de erros dentro da organização, ainda é uma organização que é gerida totalmente por jovens e somos responsáveis pelas consequências de nossas escolhas.

Não há nenhum profissional que nos direcione, são apenas universitários botando em prática e testando tudo que aprendem na vida acadêmica. Um erro da assessoria pode gerar uma grande crise para a organização, mas vemos nos erros o aprendizado.

Atualmente o time de Comunicação e Marketing possui 2 subdivisões: Promoção e Relações. Eu sou o coordenador do time de Relações, time responsável por gerir relacionamentos com os diversos públicos da organização, além de criar e gerir estratégias para um posicionamento de credibilidade com os mesmos. Possuo um time de 6 membros, e tem sido uma ótima experiência. Tenho aprendido e colocado em prática muitos aprendizados do curso de Relações Públicas.  Tem estimulado muito o meu desenvolvimento profissional e inovação, visto que é necessário criar táticas sem grandes recursos financeiros a disposição (visto que é uma organização sem fins lucrativos).

A experiência me permite aprender muito sobre liderança e como engajar jovens como eu a entregarem um resultado em equipe. Além disso é possível usufruir da rede de contatos da organização, só no Brasil são 33 escritórios (além dos diversos trainees dos mais diversos países do mundo) onde podemos compartilhar experiências, acertos e erros e assim crescer em conjunto. O aprendizado dentro da organização me parece ser infinito.
3. Relações Públicas dicas para os calouros e seus planos para o futuro. Publicidade e Propaganda paixão ou razão?

Para os calouros de Relações Públicas: comunicação é paixão. Se apaixonem pela profissão, busquem e pesquisem cada vez mais e não se limitem ao que é explicado somente em sala de aula. Nada de se acomodar, comunicador tem que aprender muito de tudo.

Eu não sei se devo citar como regra, mas conheço vários amigos e colegas (das mais diversas ramificações da Comunicação Social) que passaram por uma desilusão (eu estou incluso nessa), talvez chegue o momento em que você desacreditará em tudo, mas não desistam. 


Procurem estágios, projetos de extensão e pesquisa, procurem uma forma de aplicar o que aprendem. A sensação de botar em prática o que aprendem é ótima! Aqueles que realmente gostavam no curso e o mais talentosos sobreviveram à desilusão.

Publicidade e Propaganda é paixão, também. Na verdade é a primeira paixão. Só conheci Relações Públicas porquê fui atrás dos cursos de comunicação social na UFAM e só encontrei Relações Públicas e Jornalismo. Gosto muito das duas habilitações, por isso faço ambas.
4. Por fim, vantagens e desvantagens de ser acadêmico de comunicação social e qual é a diferença entre uma universidade pública e particular?

Pergunta difícil de responder. Eu vou dizer o que eu gosto e o que eu não gosto nos meus cursos, não tenho certeza se podem ser citados como vantagens e desvantagens. Eu gosto da diversidade cultural presente entre os alunos, não há um ‘’perfil’’ de alunos, são pessoas com os mais diferentes gostos e estilos. É incrível como a comunicação está em tudo, dificilmente você conseguirá ficar entediado com o assunto e sempre pode relacionar a tudo aquilo que eu gosto (meus trabalhos costumam envolver mídias sociais, videogames e a AIESEC). O que eu não gosto? É comum acreditar que não aprendo muito, acredito que as aulas poderiam ser mais produtivas e que repetimos muito os assuntos (principalmente na faculdade de Relações Públicas onde a grade curricular é de 1980 e pouco). Falta um melhor direcionamento e organização por parte dos professores.

A diferença básica e monstruosa entre universidades pública e particular é a infraestrutura. A UFAM tem sérios problemas, muitas lousas quebradas, condicionadores de ar que funcionam só em dias frios (nunca) e vários insetos que invadem as salas de aula. Na particular é tudo certo, limpo e tecnológico. Simples assim.


SUCESSO, Erlan Bindá!